segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Amamentar no peito até um ano reduz internação

Estadão (02/01/2012)


Bebês com idade entre nove meses e um ano que receberam pelo menos uma dose diária de leite materno tiveram um risco 48% menor de serem hospitalizadas por pneumonia


Felipe Oda, Jornal da Tarde

 Já era consenso entre os pediatras que a amamentação exclusiva até os seis meses de vida é o melhor remédio contra infecções. Mas um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indica que o benefício é ainda maior para crianças mais velhas. Bebês com idade entre nove meses e um ano que receberam pelo menos uma dose diária de leite materno tiveram um risco 48% menor de serem hospitalizadas por pneumonia, de acordo com a pesquisa. “O leite materno tem cerca de 250 substâncias que protegem o organismo das crianças, como anticorpos e anti-inflamatórios”, afirma o autor da pesquisa, Cristiano Siqueira Boccolini. Boccolini lembra que o leite também fornece aos bebês uma proteína importante para o sistema imunológico. “Ele tem imunoglobulina A- secretória (IgA), substância que recobre a mucosa e protege o organismo contra vírus e bactérias.”. O estudo teve como base o prontuário médico de quase 25 mil crianças internadas com pneumonia no País.



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Horário da Biblioteca nos dias 23 e 30 de dezembro


Nos dias 23 e 30 de dezembro a Biblioteca FAMED/HCPA funcionará das 8h às 14h.  Motivo: resolução do reitor Carlos Alexandre Netto por meio da Portaria nº 6788.

Veja aqui a notícia completa.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Ataque mais seletivo

Pesquisa Fapesp online (21/12/2011)
 
Drogas guiadas pelos vasos sanguíneos fazem macacos emagrecer e podem ser uma forma seletiva de tratar tumores
 
Ressonância magnética de macaco rhesus antes (à esq.)
e depois do tratamento com a nova droga.
O vermelho indica as células de gordura

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Mamografia 3D ‘vê’ tumor milimétrico

Técnica, disponível em dois centros médicos de SP, aumenta a detecção precoce do câncer

Folha.com  (20/12/2011)

Tatiana Piva, Jornal da Tarde
 
 
A mamografia 3 D, ou tomosssíntese, se mostrou capaz de aumentar em até 12% a detecção precoce do câncer de mama, doença responsável por quase um terço de todas as neoplasias que afetam as paulistanas. O resultado foi apresentado na edição 2011 do Congresso Europeu de Radiologia pelo Centro de Diagnóstico Brasil (CDB) Premium - o primeiro a adquirir a tecnologia na capital. Há um outro aparelho desse tipo também no Hospital Sírio Libanês. O principal benefício da técnica é produzir imagens mais precisas dos contornos de um tumor, uma pista importante na hora de investigar suspeitas de câncer: bordas irregulares costumam sugerir malignidade. Quando a lesão é muito pequena, contudo, essa tarefa é mais difícil. “Com a tomossíntese há melhor definição das bordas das lesões, possibilitando obter melhor detecção de lesões muito sutis”, diz o radiologista Aron Belfer, especialista no diagnóstico de câncer de mama e coordenador dos estudos realizados no CDB. A unidade trabalha com a técnica desde o ano passado e o estudo é um balanço dos resultados obtidos até o momento.