quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Repositório da UFRGS é primeiro do Brasil e da América Latina

Fonte: UFRGS (06/08/2013)

O Lume, repositório digital da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é o melhor repositório do Brasil e da América Latina, segundo o Ranking Web of Repositories. Na classificação geral, que inclui 1.650 repositórios temáticos e institucionais, a UFRGS conquistou o 21º lugar. O levantamento é elaborado semestralmente pelo Cybermetrics Lab, grupo de pesquisa do Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), ligado ao Ministério da Educação da Espanha.



O objetivo do ranking é divulgar a visibilidade das produções e valorizar as iniciativas de promoção de acesso livre às publicações científicas e acadêmicas. Em relação ao levantamento do primeiro semestre de 2013, o Lume subiu seis posições na classificação geral. A lista completa pode ser conferida no site Webometrics.

Números do Lume em 2013
- 3.652 documentos do Acervo do Centro de Memória do Esporte e Acervo fotográfico do Instituto de Física, Museu Universitário e da Secretaria do Patrimônio Histórico;
- 27.495 trabalhos completos e resumos apresentados em eventos institucionais promovidos pela UFRGS;
- 22.252 da Produção intelectual institucional, dos quais: 6.424 artigos de periódicos; 141 livros e capítulos de livros; 139 patentes; 15.548 trabalhos de eventos;
- 19.079 Teses e dissertações;
- 10.483 trabalhos acadêmicos e técnicos, dos quais: 2.239 Trabalhos de conclusão de curso de especialização; 8.244 Trabalhos de conclusão de curso de graduação

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Esef oferece especialização em envelhecimento e qualidade de vida

Fonte: UFRGS (17/07/2013)

Foto: Cadinho Andrade
Estão abertas até 23 de julho as inscrições para o Curso de Especialização em Envelhecimento e Qualidade de Vida, oferecido pela Escola de Educação Física da UFRGS. A especialização capacita profissionais para atuação qualificada na atenção ao idoso em diferentes contextos de intervenção. São oferecidas 45 vagas. O curso é pago. Com 360 horas de duração, o curso ocorre de 2 de agosto de 2013 a 19 de dezembro de 2014, com atividades às sextas-feiras, das 13h30 às 18h30min, nas dependências da Esef (Prédio 31102 – Rua Felizardo, 750, Bairro Jardim Botânico/ Campus Olímpico). 

Podem participar do curso profissionais da área da saúde e afins, como educadores físicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, assistentes associais e psicólogos. O corpo docente é composto por professores de diferentes áreas de conhecimento com experiência na área de atuação e estudo do envelhecimento e qualidade de vida. O curso é realizado pelo Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Envelhecimento existente há mais de 10 anos na UFRGS, além de projetos de extensão consolidados na comunidade como o CELARI da ESEF/UFRGS. O curso possibilita visão multi e interdisciplinar da área de envelhecimento relacionada à qualidade de vida, abordando conhecimentos de diferentes áreas.

Inscrições e informações completas no site da Especialização.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Grandes ganhos com pequena perda de peso

Fonte: Agência Fapesp (15/07/2013)

foto:Léo Ramos/Revista Pesquisa FAPESP
Em adolescentes, perder apenas 8% do excesso de peso, o equivalente a uma redução de 6 a 11 quilogramas (kg) da massa corporal, pode ser o bastante para desfazer as alterações metabólicas causadas pela obesidade, manter a fome sob controle e sair da faixa de risco para diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares, que normalmente acompanham a obesidade. “Não é preciso perder 20 kg em pouco tempo, como normalmente se procura fazer, para evitar os problemas de saúde que se agravam com o excesso de peso”, diz Ana Dâmaso, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenadora do estudo interdisciplinar que levou a essas conclusões. Durante um ano, médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e fisioterapeutas acompanharam 77 adolescentes de 14 a 19 anos e peso entre 101 e 120 kg, motivando-os a perderem peso gradativamente, por meio de exercícios físicos e da incorporação de uma dieta mais rica em verduras e frutas e de hábitos de vida mais saudáveis, como dormir mais cedo e pelo menos oito horas, em vez de passar a noite na internet comendo batatinhas fritas.

Outros estudos já haviam associado a obesidade a riscos crescentes de diabetes tipo 2, hipertensão, câncer, problemas nos rins, no pâncreas e no fígado, além de dificuldade para dormir, e detectado que uma perda de 5 kg de peso reduzia à metade o risco de diabetes. Agora, com esses novos estudos, começa a ser definido um valor de redução de peso – a ser confirmado ou ajustado por outros estudos – necessário para recolocar o organismo em ordem. Os avanços são relevantes porque os adolescentes representam um grupo de risco para problemas de saúde: estima-se que a prevalência de sobrepeso entre adolescentes no Brasil tenha triplicado – passou de 4% para 13% – na última década.


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Terapia genética cura crianças impedidas de andar e falar

 Fonte: Folha de S. Paulo (12/07/2013)

Médicos italianos anunciaram a cura de uma doença que tira a capacidade das crianças de andar e falar. O estudo, anunciado na publicação científica Science, usou uma técnica pioneira de terapia genética para corrigir erros no DNA. Três pacientes que participaram do estudo já estão indo para a escola. Um segundo estudo, publicado ao mesmo tempo, mostrou que uma terapia semelhante pode reverter uma doença genética grave que afeta o sistema imunológico. Pesquisadores de terapia genética dizem que o resultado dos estudos é "realmente emocionante".

Ambas as doenças são causadas por erros no código genético do paciente - responsável pelo crescimento e funcionamento do corpo. Os bebês que nascem com leucodistrofia metacromática parecem saudáveis, mas seu desenvolvimento começa a regredir entre um e dois anos de idade, pois parte de seu cérebro é destruído. A Síndrome de Wiskott-Aldrich resulta num sistema imunológico deficiente. Ela torna os pacientes mais suscetíveis a infecções, cânceres, e o próprio sistema imunológico também pode atacar outras partes do corpo.