quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Café pode prevenir depressão em mulheres, diz estudo

Pesquisa de Harvard feita ao longo de uma década registrou consumo da bebida entre mulheres


Alex Silva/AE
Uma pesquisa indica que mulheres que bebem duas ou mais xícaras de café por dia são menos propensas a sofrer de depressão. Ainda que as razões desse efeito não estejam claras, os autores acreditam que a cafeína pode alterar a química do cérebro. O estudo mostrou ainda que café descafeinado não teria o mesmo efeito. Os resultados da pesquisa foram divulgados na publicação especializada Archives of Internal Medicine e provêm de um estudo realizado entre mais de 50 mil enfermeiras. Uma equipe de especialistas do Harvard Medical School acompanhou a saúde do grupo de mulheres pesquisado ao longo de uma década, entre 1996 até 2006, e fez uso de questionários para registrar o consumo de café por parte delas.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Grupo de Pesquisa da área de Medicina da UFRGS é citado em levantamento de artigos que tiveram alcance internacional

Veja aqui a menção ao trabalho de pesquisa desenvolvido pelo grupo do pesquisador Bruce Duncan, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Abaixo a notícia completa:

Os artigos quentes do Brasil

FAPESP (Setembro 2011)

Estudo aponta os temas em que a ciência do país alcançou visibilidade internacional

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Pacientes se ajudam em redes sociais só para doentes

Estadão (25/09/2011)


Novidade no País, ferramentas similares ao Orkut e Facebook facilitam troca de informações sobre doenças


Felipe Oda, do Jornal da Tarde

Com funcionamento semelhante ao de Facebook e Orkut, redes sociais ligadas à saúde começam a ganhar usuários brasileiros. Comuns na Europa e nos EUA, as novas ferramentas são voltadas para cuidadores ou portadores de alguns tipos de doença e possibilitam a troca de experiências. Usuários do mundo todo discutem sobre efeitos colaterais de remédios, alternativas de tratamentos, sintomas e avaliações de médicos por meio de redes como PatientsLikeMe (http://www.patientslikeme.com/), Inspire (http://www.inspire.com/), Cure Together (http://curetogether.com/) e Health Central(http://www.healthcentral.com/). Há ainda nesses grupos espaço para bate-papo e divulgação de fotos pessoais. “São ferramentas que chamam a atenção pelas informações e experiências trocadas entre pessoas na mesma situação”, define José Luiz Augusto, de 58 anos, que sofre de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Administrador de empresas na capital paulista, Augusto é um dos 500 usuários nacionais com perfil cadastrado no PatientsLikeMe, de acordo com busca realizada no próprio site. “Achei muito interessante e importante dividir (conhecimento) com outros pacientes”, acrescenta Augusto.


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Ministério da Saúde lança blog

FOLHA (21/09/2011)


O Ministério da Saúde lançou na terça-feira (20) o Blog da Saúde, com notícias, fotos, apresentações, infográficos, vídeos, áudios e conferências via web. Segundo o ministério, o objetivo é mobilizar a comunidade virtual para campanhas de utilidade pública, além da promoção da saúde e de temas como doação de sangue, medula e órgãos; combate ao crack e a outras drogas; e prevenção contra dengue e Aids. O blog será dividido por temas. O destaque é a área "Você e o SUS", dedicada a conteúdos enviados pela população que promoverá troca de experiências e sugestões.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Esperança contra o câncer


Foto: Gustavo Lourenção
Parece loucura. Recentemente, uma pesquisa internacional foi publicada na prestigiosa revista British Journal of Cancer, demonstrando a utilização de campos eletromagnéticos (CEM) para tratar câncer disseminado no fígado. O estudo foi realizado com esforço conjunto de cientistas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, da Universidade do Alabama, nos EUA, e do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, liderados pelo oncologista paulista Frederico Costa. Isso mesmo. Os doentes receberam um tratamento totalmente não convencional. Um instrumento parecido com uma colher era colocado na boca dos pacientes e ligado por um cabo ao equipamento que gera a energia eletromagnética. O paciente fica sentado durante 60 minutos, três vezes ao dia. Pode ficar assistindo à televisão, lendo ou escrevendo. Geralmente não sente nada. Alguns têm um pouco de sono. O tratamento era repetido até que os médicos detectassem sua ineficiência eventual, com o crescimento dos tumores. Surpreendentes resultados. Além da tolerância tranquila, mais de 40% dos pacientes tiveram seu tumor estável, sem aumento de volume, ou tiveram redução do tamanho avaliada por tomografia computadorizada.