quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Professora da UFRGS é responsável por protocolo que ajudará a juntar famílias separadas no passado pela hanseníase; veja a notícia

Genética ajudará a juntar famílias separadas no passado pela hanseníase


Fernanda Bassette e Karina Toledo - O Estado de S.Paulo

                                         Epitacio Pessoa/AE-26/5/2011
Investigação. Maria Teresa da Silva Santos Oliveira com as
cartas da mãe; agora ela tenta confirmar quem são os seus irmãos

Identificação, que servirá de base para pedido de indenização, será possível graças a parceria do governo federal com o Instituto Nacional de Genética Médica Populacional; entre 1920 e 1970, lei ordenava separação de filhos sadios dos pais com a doença


Isso será possível graças à uma parceria do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) com o Instituto Nacional de Genética Médica Populacional (Inagemp). O programa será lançado hoje, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio. A ideia é que o Morhan mapeie o histórico e os documentos de pessoas que já identificaram prováveis familiares no Brasil para que o exame genético comprove os laços de parentesco. O cadastro atual dos filhos de ex-pacientes com hanseníase ainda é tímido - hoje tem cerca de 10 mil pessoas. A médica responsável pelo protocolo será a geneticista Lavínia Schüler Faccini, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). E a primeira pessoa a se submeter ao exame genético será Maria Teresa da Silva Santos Oliveira, de 55 anos, que idealizou o início do movimento de encontro dos filhos.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011


Já está disponível na biblioteca a versão impressa dos Anais da 31ª Semana Científica do HCPA.
Acesse a versão eletrônica clicando aqui

Vídeo com gorila testa mente humana; faça o teste

Folha (22/08/2011)

Ao ver o vídeo do "gorila invisível" pela primeira vez, é difícil acreditar que os voluntários do experimento não perceberam o sujeito fantasiado que entra em cena. Para o estudo original, realizado em 1999, gravou-se um vídeo com seis pessoas --três usam camisetas brancas e as outras três, pretas -- que brincam com bolas de basquete.



Os resultados da pesquisa, proposta pelos psicólogos Daniel Simons e Christopher Chabris, revela que as pessoas, em geral, prestam tanta atenção em um evento que se tornam "cegas" para outras. Na época, metade dos voluntários não viu o gorila do vídeo. Hoje, os resultados seriam outros, já que o vídeo se tornou famoso e as pessoas têm consciência de que um ser inesperado vai surgir.  Faça o teste você mesmo e responda ao proposto pela dupla de cientistas: Quantas vezes os jogadores brancos passam a bola de basquete?

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Pai cria jogo de computador para ajudar no tratamento de doença da filha

BBC Brasil (19/08/2011)

O pai de uma menina de 4 anos que sofre de fibrose cística desenvolveu um jogo de computador que ajuda no tratamento da doença.

David Day (à frente) contou com apoio de colegas
como Andreas Oikonomou para ajudar a filha Alicia
David Day, que é professor de computação e matemática na Universidade de Derby, na Grã-Bretanha, sofria com as sessões diárias de fisioterapia respiratória com a filha Alicia. "Toda noite, ela chorava e gritava e fugia e a coisa estava ficando progressivamente mais difícil quanto mais velha ela ficava", diz Day. Foi então que ele percebeu que poderia usar o talento de seus colegas de universidade para diminuir o sofrimento da menina. Junto com especialistas da Escola de Computação e Matemática, ele desenvolveu uma linha de jogos de computador que tornam o tratamento divertido e ainda podem ajudar a monitorar a progressão da doença. Ao respirar através de uma máscara conectada por tubos aos computador, as crianças controlam personagens e formas na tela ao expirar com determinada força.


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Nova pílula contra o câncer é aprovada nos EUA

Estadão (18/08/2011)


Remédio deverá ser administrado em casos de tumores com uma mutação genética conhecida como BRAF V600E


Washington - A Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira a pílula Zelboraf para pacientes com melanoma em etapa avançada ou inoperável, em particular em casos que apresentam uma mutação genética. Zelboraf (vemurafenib) será lançado no mercado nas próximas semanas voltado para o tratamento de pacientes com tumores cancerosos que expressam uma mutação genética chamada BRAF V600E - proteína regularizadora do crescimento das células do corpo, que sofre mutações em cerca da metade dos pacientes com melanoma avançado. Fabricado pela empresa Genentech do Grupo Roche, Zelboraf é capaz de bloquear a função da proteína BRAF afetada pela mutação. As autoridades não realizaram provas sobre a eficácia desta droga em pacientes que não apresentam essa mutação genética.